Em 2015 Uma Gerente de uma Agência do Banco Santander chamada Fabíola Barros se preparava para ir ao trabalho quando foi surpreendida por um vídeo que estampava na capa a sua imagem. O vídeo rapidamente viralizou nas redes sociais, porque mostrava a traição de uma esposa.
Ela foi flagrada em um Motel na Cidade de Contagem, estava com uns dos melhores amigos do marido após ter dito que iria a manicure fazer as unhas. Houve discussão e as agressões foram filmadas e narradas por um outro conhecido do homem traído e enfurecido.
Logo, uma série de falsos perfis no Facebook ganharam as redes, piadas, memes e até ameaças pela exposição da mulher. A infidelidade acontece desde que o mundo é mundo e esse é apenas um dos milhares de casos.
E como prova disso é o crescimento dos vários sites especializados em traição ou nome bonitinho que inventaram: Relacionamentos extraconjugais.
Fato é que crescem, porque a demanda é grande.
Mas por que isso acontece?
Qual Segredo da Mente do Infiel?
Quem trai mais, homem ou mulher?
Porque esse assunto é tão proibido?
Veja outro caso: Um homem chamado Pedro Loureiro, funcionário de uma famosa empresa de tecnologia está quase no fim do expediente.
Quase todos os dias, após o trabalho cumpre a rotina, depois vai para a casa onde tem esposa e 2 filhos. Nos fins de semana é um pai dedicado a família, marido amoroso e sempre avisa a esposa quando precisa ficar até mais tarde no trabalho.
Em uma segunda feira do mês vai beber com os amigos e conta apoio e inclusive com a insistência da esposa para se distrair. E nessas vezes que Pedro passe a ser Roger 171.
Como assim ?
Nesse momento entra no submundo da clandestinidade, porque é assinante de um site de relacionamento extraconjugal no qual, assim como ele há outras pessoas que desejam sair da rotina
Roger tem apetite voraz, não é casado e se encontra clandestinamente. Após o encontro, volta a casa e continua com vida normalmente do Pedro, o marido e pai de família exemplar. Ele faz parte dos 30 milhões de assinantes do site Ashley Madison que ajuda pessoas comprometidas a marcarem encontros extraconjugais.
Como todo brasileiro adora sexo e está na lista dos chamados “puladores de cerca”
A cada ano esse número aumenta, mas o que muitos não contavam é que hakers vazariam dados e curiosos organizariam as informações. Desse modo, uma pesquisa recente nesta rede mostra que só no Brasil somente em 2017, teve um milhão e meio de pessoas cadastradas.
A plataforma alcançou 191 mil usuários diários e 1,4 milhão de novas conexões feitas mensalmente e o mais incrível é que são 1,13 mulheres ativas para cada homem.
A maioria tem cerca de 40 anos de idade, mas nessa conta não entraram os mais jovens que são adeptos aos famosos aplicativos como o Tinder. O gráfico mostra que São Paulo possui 374,5 mil usuários, à frente Nova York EUA (268 mil), Sydney, na Austrália, (251,8 mil), Toronto no Canadá, (222,9 mil) Rio de Janeiro, com 156,5 mil usuários, e Brasília, com 97 mil.
Em Minas Gerais, a cidade de Ibirité possui o maior número de potenciais infiéis. A grande questão é: Há justificativa para trair?
Bem para justificar as ‘puladinhas de cerca’ muitos alegam motivos como ‘a crise dos sete anos’, porém psicólogos dizem tudo seja balela. Deve-se levar em conta a chegada dos filhos, a instabilidade financeira, disponibilidade para a vida a dois, mas que o ideal é que o casal esteja aberto para repensar o relacionamento, porque o desgaste é natural.
Quando isso não acontece o casal encontra uma saída mais fácil: A traição
Outro motivo alegado é que outra ou outro seja mais sexy que a traída ou o traído. Segundo os psicólogos é outra balela, porque o traidor busca preencher um espaço que falta na sua relação e quase nunca os infiéis amam suas amantes.
Um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisas Datafolha, por exemplo, apontou que a fidelidade é algo extremamente valorizado em um relacionamento, à frente, do amor, honestidade e filhos Mas vejam isso: Antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro “Por que Homens e Mulheres Traem?” mostra que 60% dos homens e 47% das mulheres dizem já ter sido infiéis pelo menos alguma vez na vida.
Contraditório isso não? Se valorizamos tanto a fidelidade, por que traímos tanto? Os especialistas garantem: É impossível dar uma resposta definitiva para todos os casos, mas é possível traçar, de maneira ampla, o perfil de quem trai com base os relatos de traidores e traidoras
Vejamos então, o que diz o psiquiatra Flávio Gikovate autor de 30 livros. Para ele os traidores apresentam dois tipos de personalidade: Existem os Egoístas e os Generosos O egoísta é quem tem mais chances de trair Entre os homens, ele é o chamado cafajeste e, entre as mulheres, ela seria o tipo vulgar.
No caso dos egoístas o traidor costuma ser apenas sexual, ou seja, quase tudo físico e, portanto, fácil de ser contornado. No caso dos generosos é mais sentimental, ou seja, se entregam de maneira muitas vezes irreversível
Apenas um perfil não se enquadra acima, são os casos de infidelidade circunstancia.l Eles não diferenciam entre perfis e tipos de traição.
Essas acontecem pelas facilidades – exemplo: um lugar longe de casa, pagar por sexo, solidão de um quarto de hotel.
Bem, de acordo com vários sites eu separei aqui algumas possíveis caraterísticas para detectar se você é um o uma potencial infiel:
- São dependentes emocionalmente: É muito comum que pessoas infiéis sejam muito dependentes emocionalmente da (o) companheira (o) e isso faz com que eles busquem o sexo como a maneira de suprir a as necessidades que não são atendidas, pois acham que as relações sexuais irão proporcionar um bem estar que procuram e como isso quase nunca acontece, torna-se um ciclo vicioso
- Sentem bastante ciúmes: Já ouviu a expressão “Quem trai tem medo de ser traído”? As pessoas que traem sentem ciúmes possessivos pois acreditam que quase tudo que o parceiro irá fazer, resultará em traição e isso se dá ao fato de o infiel projetar a culpa de seus atos em seu (sua) parceiro (a) como modo de se proteger
- Carência e dependência: Devido a essas atitudes conflituosas, o infiel sente bastante necessidade de ser valorizado e se sentir o centro da vida da outra pessoa, ou seja, vivem pedindo declarações e provas de amor
- Busca por companhia: Quando a traição é descoberta e o relacionamento acaba, o infiel já sai em uma busca desenfreada por alguém que ocupe o lugar da (o) parceira (o), haja vista que, torna-se um ciclo vicioso
- Instabilidade emocional: A infidelidade cria um conflito emocional e mental e isso gera uma constante tensão fazendo com que o infiel tenha reações muito absurdas em determinadas situações, ou seja, age de uma maneira muito mais arisca do que a que a situação pede
- Mudanças no ideal do relacionamento: As constantes traições fazem com que o infiel comece a ter uma visão diferente do que é amor e do que ele espera de um futuro ao lado da pessoa que está, hoje A pessoa pode até chegar a sugerir um relacionamento aberto.
Mas e você já foi infiel?


